Continua?
A agulha caiu da mão. Era pesada demais...
O saco rasgado vertia lentamente tudo o que uma vida contém. Já não há tempo para coser.
Quis abraçar a sua vida uma última vez, talvez apanhar algum pedaço, conseguir salvar alguma coisa e os braços aguardavam ansiosos por uma ordem que não foi dada. Guerreiros frustados! Não entendem que nada adianta salvar migalhas.
O saco rasgado vertia lentamente tudo o que uma vida contém. Já não há tempo para coser.
Quis abraçar a sua vida uma última vez, talvez apanhar algum pedaço, conseguir salvar alguma coisa e os braços aguardavam ansiosos por uma ordem que não foi dada. Guerreiros frustados! Não entendem que nada adianta salvar migalhas.
5 Comments:
At domingo, outubro 02, 2005 2:36:00 da tarde,
Anónimo said…
Já lhe morreu alguém de que gostasse muito?
O seu texto faz pensar em tal.
Francisco
At domingo, outubro 02, 2005 8:37:00 da tarde,
a said…
Olá Francisco!
Bem... para dizer a verdade de vez em quando (muito frequentemente) morre-me a Esperança, conta?
Não estou a gozar ou a falar com desdém... infelizmente é mesmo verdade.
1 beijinho
At sábado, outubro 08, 2005 2:04:00 da tarde,
Anónimo said…
A Esperança é algo tão ténue, que pode morrer todos os dias e ressuscitar à terceira hora.
Francisco
At domingo, outubro 09, 2005 12:03:00 da tarde,
a said…
Fico à espera da 3ªhora então... (já é esperar alguma coisa...)
At terça-feira, agosto 15, 2006 9:25:00 da tarde,
Anónimo said…
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